
Fui a Belém, início do meu caminho,
Levando ouro, incenso e mirra
E admirei o sono do Menino
Que a humanidade salvaria.
Pesquei com Ele em Cafarnaum
Ao lado de Tiago, André e João
E não teria ido a lugar algum
Não fosse por Ele cumprir Sua missão.
Em Jerusalém acenei-Lhe as palmas.
Bendito fruto maduro daquele ventre
Bendito salvador de almas,
Cristo, o Ungido, que entre
Mártires os Cristãos convoca
À Oração e ao Amor do Pai,
Olhando por nós do Gólgota
Ecoando eternamente: Perdoai!
E por fim O vi ressuscitado
Com a Fé de que o pendor
Desse Jesus não mais crucificado
É ser o próprio Deus encarnado -
- De Luz e de Esplendor.
Levando ouro, incenso e mirra
E admirei o sono do Menino
Que a humanidade salvaria.
Pesquei com Ele em Cafarnaum
Ao lado de Tiago, André e João
E não teria ido a lugar algum
Não fosse por Ele cumprir Sua missão.
Em Jerusalém acenei-Lhe as palmas.
Bendito fruto maduro daquele ventre
Bendito salvador de almas,
Cristo, o Ungido, que entre
Mártires os Cristãos convoca
À Oração e ao Amor do Pai,
Olhando por nós do Gólgota
Ecoando eternamente: Perdoai!
E por fim O vi ressuscitado
Com a Fé de que o pendor
Desse Jesus não mais crucificado
É ser o próprio Deus encarnado -
- De Luz e de Esplendor.