02 novembro 2007

VOTO DIRETO (Emílio de Meneses)

Enquanto o voto, que é função de crítica
Alta função do senso e da moral,
Da inteligência lúcida e analítica,
For exercido por qualquer boçal,

Hão de rir os patifes da política
Que ensangüentam esta capital,
Explorando a ilusão fasa e jesuítica
Do estafado sufrágio universal.

Por isso ó caro Gil Vidal, emprega
O teu talento e a tua sã razão,
A ver se se transforma esta bodega.

A não ser isso, faça-se a eleição
Para evitar depois o pega-pega,
No local apropriado: a Detenção...

3 comentários:

tita coelho disse...

Falou e disse tudo, Alexandre!! Definição perfeita para o que chamamos de voto!!
beijos :)

Marrie disse...

E então?
O pc ainda te proibe de visitar os meus "segredos"? rs
Continuo a aguardar tua visita.
bjs em "segredos"

tita coelho disse...

Querido, presete pra ti lá no meu blog!
beijúss:)